Estudos Grande Tribulação

A Construção do Terceiro Templo

março 20, 2018Dispensacionalismo Hoje



INTRODUÇÃO:


Um dos pontos mais controvérsios entre os estudantes da Escatologia Bíblica, e, até entre os dispensacionalistas, é com respeito da construção do Terceiro Templo. A discussão está em volta da época em que será construído.
Veremos uns que aceitam a posição da construção no período tribulacional pelo anticristo, como parte do acordo de paz de Daniel 9.27. Neste caso os dispensacionalistas se dividem entre os que sugerem que esse templo será destruído na Segunda Vinda e no Milênio será levantado outro no lugar, dando ai quase uma idéia de um ''quarto'' templo, e aqueles que sugerem que na Segunda Vinda nosso Senhor irá purificar esse templo tribulacional, uma vez que o próprio anticristo se assentou no seu trono conforme 2 Tessalonicenses 2.4.
Por outro lado, há outros dispensacionalistas que se posicionam na sugestão de que o Terceiro Templo será construído na Segunda Vinda depois da Grande Tribulação.

E sobre esse ponto que vamos estudar, e voltaremos ao material escatológico de Severino Pedro da Silva - ESCATOLOGIA, A DOUTRINA DAS ÚLTIMAS COISAS para analisarmos esta questão.

I- A QUESTÃO DO TEMPLO:


Ao tratar sobre esse tema polemico, Severino Pedro inicia:

''Realmente tem havido muitas especulações e debates sobre a hipótese do Templo que será erguido e por quem será erguido (Anticristo ou os judeus?) no local onde se encontram as Mesquitas de Ornar e a de El-Eksa. Todos sabem que o monte Moriá (o local do Templo) é venerado pelas três grandes religiões monoteístas."

Severino Pedro entende que a questão não é está fechada e a mesma é aberta para especulações e hipóteses, mas ele sustenta a posição que o Templo será construído no período Tribulacional.
Em continuidade com sua linha de raciocínio, ele trata que o local para os judeus é justamente onde Salomão construiu o Primeiro Templo (1 Reis 6). Já para os muçulmanos é o terceiro lugar mais sagrado depois de Meca e Medina. Os cristão tem também o seu apreço por este lugar, já que o mesmo está associado a muitos acontecimentos da vida de Jesus e seus discípulos.

Quanto associação do monte Moriá com os judeus, o autor declara:

''O local onde foi construído o Grande Templo por Salomão começou sua história com Abraão. A tradição o tem identificado com o local onde Abraão teria preparado o sacrifício de seu filho Isaque, o que não se concretizou por meio de uma intervenção divina (Gênesis 22.1-22).''

O rei Davi já no término do seu reinado havia comprado o local, o topo do monte de Araúna do jebuseu Ornã que havia usado como eira (2 Samuel 24.18-25) e levantou nele um altar a Deus, prometendo construir um Templo. Mas tal promessa só se cumpriu na época de Salomão.

Tal construção se deu no quarto ano do reinado de Salomão e foi terminado no sétimo ano de seu reinado. Na cronologia bíblica é apontado esse ''quarto ano do reinado de Salomão'' como sendo ''o ano 480, depois que os israelitas saíram do Egito (1 Reis 6.1).
Este mesmo Templo mais tarde foi saqueado por Sísaque, rei do Egito, no reinado de Roboão, filho de Salomão (1 Reis 14.26). Depois, destruído pelos babilônios.

Severino Pedro da Silva trás ainda uma definição para a palavra templo:

''A terminologia do termo para expressar a palavra ''templo'': 1. no Antigo Testemunho - LXX (tradução dos setenta), é ''nãos'' e é empregada 55 vezes (de um total de 61 ocorrências) para traduzir o hebraico ''kêkãl'' que significa ''Palácio'' ou ''Templo'', e que por sua vez , corresponde ao babilônico ''egallu'' - isto é: ''casa grande''. Os escritos sagrados registram 5 ocorrências em que é usado o termo:
''Ûlã'' que significa ''pórtico do Templo'' (1 Crônicas 28.11; 2 Crônicas 8.12; 15.8; 29.7,17).
No Novo Testamento (''naos'') é achado mais frequentemente no Apocalipse de João (16 vezes) e nos escritos de Paulo (7 vezes).''

Flávio Josefo tinha muito respeito pelo Templo, evidente que o Templo que Josefo se referia era o Segundo Templo - construído pelos exilados do cativeiro babilônio, nos dias de Esdras e Neemias.
Para Josefo o Templo incorporava a adoração do único Deus verdadeiro pelo povo de Deus. Era a habitação de Deus, para a qual Deus enviava uma porção do seu Espírito. Para os judeus o Templo era, além do ''centro de adoração'', objeto de orgulho (Mateus 24.1; Marcos 13.1).
Josefo registra que ''estas estruturas pareciam incríveis para aqueles que ainda não as viram, e eram olhadas com espanto por aqueles que nelas colocavam os olhos''.

Para os muçulmanos não há na terra um lugar tão sagrado além de Meca e Medina: ''Digno de elogios é aquele que levou seu servo de noite, desde a Mesquita Sagrada (A Cúpula da Rocha) até a Mesquita Distante (El-Aksa), cujos recintos temos abençoados'' (Ale. Sura. 17.1).


II- OS TEMPLOS BÍBLICOS:


Os dois Templos mencionados nas Escrituras, o primeiro e o segundo foram construídos pelos judeus e derrubados pelos inimigos, e ambos os casos, pelos gentios. O primeiro que foi construído por Salomão foi destruído por Nabucodonosor em 599 a.C, e o segundo que foi construídos pelos exilados foi destruído pelos romanos em 70 d.C.

Quando houve a destruição do Primeiro Templo, Nabucodonosor levou para a Babilônia todos os utensílios do Templo, os vasos como despojo. Mais tarde estes vasos foram restaurados na reedificação do Segundo Templo (Esdras 1.1). Josefo fala que o Segundo Templo que foi reconstruído por Zorobabel, era reduzido em suas proporções, mas nos dias de Herodes, o Grande, que sendo indomeu e querendo o apoio dos judeus, e também, querendo ''expiar'' os seus crimes, o reconstruiu. Fala-se também que Herodes reformou o Templo. Dizem que 10 mil operários trabalharam nesta grandiosa obra, havia uma dupla esplanada e voltou ter a ter sua antiga beleza e fulgor. Os discípulos falaram desta estrutura para Jesus (Mateus 24.1; Marcos 13.1).
Tal construção ou reforma se deu por volta do ano 20 a.C, e não foi concluída antes do ano 24 d.C. Os judeus disseram á Jesus que o Templo levou mais de 40 anos para ser construído e como ele iria derrubar e em três dias levantar (João 2.20). Esse Templo foi o mesmo que Jesus conheceu.

Severino Pedro da Silva aponta para duas destruições do Templo no Novo Testamento:

''No Novo Testamento, em dois grupos de passagens, Jesus fala da destruição do Templo. No primeiro grupo, refere-se ao Templo do seu Corpo (Mateus 26.61; 27.40; Marcos 14.57,58; 15.29,30; João 2.18-22; Atos 6.14).
Aqui, agora, portanto, já sua própria Pessoa está substituindo o Templo material como habitação de Deus, onde Deus se encontra com os homens. No segundo grupo, Jesus profetiza a destruição do Templo de Jerusalém (Mateus 24.1; Marcos 13.2,3; Lucas 21.5,6). As predições de Jesus a este respeito cumpriram-se literalmente! No ano 70 d.C. o Templo foi totalmente arrasado pelas tropas de Tito."

Tito tentou conservar intacto o Templo, já que era uma das maravilhas do mundo, mas seus soldados o incendiaram, atirando em seu interior uma tocha acessa. Assim a Menorah, o Candelabro de 7 braços foi salvo e levado por Tito, triunfantemente para Roma. Em 135 d.C, depois de aplacar a segunda rebelião judaica, Adriano profanou o lugar, erigindo ali um templo dedicado a  Júpiter.

Depois, os primeiros cristãos que consideraram o lugar sagrado, passaram a considerar como um lugar amaldiçoado por Deus e o Monte Moriá se converteu num amontoado de escombros.

No século VII por volta do ano 691 d.C, Abel el Malik Ibn Merwan, o califa dos Omais, transformou aquela pequena Mesquita de Omar nessa que atualmente existe: O Domo da Rocha (Mesquita de Omar), cuja a importância religiosa no islamismo vem depois da Kaada, em Meca, e o Túmulo do Profeta, em Medina; foi construído no local onde se erigiram o primeiro e o segundo Templos, a Cúpula da Rocha, tal como vemos agora, data do ano 691 d.C. Sendo restaurada no século XVI e depois na década de 1960-70.

No tempo das Cruzadas quando Jerusalém foi reconquistada pelos cristãos em 1099, a Mesquita foi convertida na Igreja do Templum Domini. Depois da expulsão dos cruzados nos Cornos de Hitin, no ano de 1187, a cruz brilhou durante 88 anos sobre o Domo sendo retirada e a lua crescente voltou a seu lugar. Desde então, o Domo da Rocha tem sido um santuário muçulmano.

O estilo é bizantino, uma vez que foi construído por artistas bizantinos, mas sua decoração é oriental. Sendo o exterior um octógono regular, medindo cada lado 20 metros e com 60 metros de diâmetro. Sua cúpula se eleva a 30 metros de altura do solo, com 25 metros de diâmetro.
A estrutura octogonal é recoberta por dentro e por fora com lages de mármore numa altura de 6 metros, e, acima delas, até seu extremo superior as paredes estão decoradas com brilhantes azulejos persas.
O Domo é feito de folhas de alumínio banhadas em ouro, que cintilam sob o brilhante sol de Jerusalém.

III - OS TEMPLOS DOS ÚLTIMOS DIAS:


Severino Pedro da Silva propõe que os dois templos hão de ser edificados. Ele sugere um na Grande Tribulação, onde o anticristo irá instituir o falso culto, sendo implantado pelo falso profeta, a segunda Besta (Apocalipse 13.11-18). E outro que será erguido no Reino Milenar.

Severino Pedro fala sobre o Templo Milenar nos seguintes termos:

''Em Ezequiel 41.13-15 aparecem as dimensões do Templo Milenar, que será utilizado durante os 1000 anos do reinado de Cristo.
Suas medidas podem ser computadas como segue: O Templo propriamente dito tinha 100 côvados de cumprimento. Depois vem seus pilares (''ombreiros'' =RSV): 5 côvados (40.8) + vestíbulo 12 (40.49) + pilares 6 (41.1) + templo (''nave propriamente dita'') 40 (41.2) + pilares 2 (41.3) + Santo dos Santos 20 (41.4) + parede 6 (41.5) + câmara lateral 4 (41.5) + parede externa 5 (41.9) = 100.''

O autor prossegue na sua argumentação:

''A área aberta e o edifício ao oeste do Templo estendiam-se por mais de 100 côvados, - área aberta 20 (41.10) + edifício 70 (41.12) + duas paredes do edifício 10 (41.12) = 100.''

Severino Pedro trata ainda dentro destas medidas apresentadas em Ezequiel, quanto a frente original do Templo sendo igualada com a largura global do edifício ao lado ocidental é uma referência ao ''Templo Milenar'' e, não ao ''Templo da Grande Tribulação''.

Quanto ao Templo do período Tribulacional, Severino Pedro comenta:

''O Templo que será erguido e que certamente será profanado pelo Anticristo tem sido bastante discutido pelos judeus de todo mundo. Quando Israel conquistou a parte velha da cidade de Jerusalém com as ruínas do Templo, em 1967, o velho historiador judeu Israel Eldad, segundo a citação da ''Revista Time'', teria dito: ''Agora estamos no mesmo ponto em que Davi estava, quando libertou Jerusalém das mãos dos jebuseus''. E acrescentou: ''Daquele dia até o momento em que Salomão construiu o Templo passou-se apenas uma geração. Assim também acontecerá conosco''.''

Foi declarado por um rabino judeu que os judeus estavam prestes a ver o grande Templo reconstruído. Severino Pedro da Sila alega que tal referência é o Templo da Grande Tribulação.
Quando um jornal indagou ao rabino quem construiria o Templo: os judeus ou o anticristo? O rabino respondeu que o Templo é chamado de ''...o Templo de Deus". Assim as Escrituras chamava o Templo (Daniel 8.11,14; Mateus 24.15; 2 Tessalonicenses 2.4; Apocalipse 11.1).
Podemos pensar que o Templo da Grande Tribulação será construído com propósito de adoração ao Senhor, a profecia de Daniel 9.27 revela-nos que os sacrifícios e as ofertas seriam cessados. Sabemos que tais sacrifícios e ofertas faziam parte da adoração no Antigo Testamento, tais cessaram com a destruição do Templo no ano 70 d.C, tais voltarão nos Últimos Dias com a construção do Templo.
Essa construção será feita pelos judeus ou através dele que o Templo será construído, e isso com autorização de Deus.

Esse tema já tem sido discutido entre os rabinos judeus, a questão da época de sua construção já tinha chegado. Uma autoridade israelense declarou: ''Quando o Templo judaico, o centro do judaísmo mundial, estiver ali, Israel será bem mais forte.''

No Ministério dos Assuntos Religiosos foi aberto por um processo a esse respeito, no qual estão coletadas propostas de todo mundo. Ativistas religiosos, como o rabino superior para assuntos militares, Schlomo Goren (1917-1994), estão inclinados a construir o Templo tão logo seja possível. Vozes contrárias existem, mas tudo mostra para a direção da construção do Templo.

Podemos ainda mencionar que há projeto em Israel para a construção do Novo Templo, para os judeus políticos a construção será um ato político de primeira categoria, pois somente assim anexação de Jerusalém se tornaria uma realidade política. Sem falar também dos motivos religiosos que forçam á construção do Templo.

Severino Pedro ainda destaca:

''Cremos assim, que posse judaica do monte do Templo, onde hoje se encontra as Mesquitas de Omar e El-Aksa, para ser construído o Novo Templo, pode dar-se a qualquer momento. Este local sempre foi adquirido por meio de manifestações divinas (Gênesis 22.14; 2 Samuel 14.16-25; 1 Crônicas 21.20-30). Estes textos dizem que, este local do Monte Moriá, sempre foi adquirido por operações sobrenaturais.
Então, o que aconteceu no passado, não poderá também acontecer agora? Claro que sim! (Eclesiastes 3.15). Aguardemos, portanto!


IV- PONTOS DE CONSIDERAÇÃO:


No ano 959 a.C., o portal do Templo construído pelo rei Salomão, e destruído pelas tropas assírias, em 599 a.C, ou segundo outros 587 a.C. foi apresentado no dia 08 de outubro de 1987, conforme informações de O Jornal - A Folha de São Paulo pela arqueóloga israelense Eilat Mazar, em Jerusalém.
A descoberta permite confirmar as passagens bíblicas em que o Templo foi descrito. Sendo ainda apresentados uma lamparina a óleo e vários jarros de cerâmica, que estariam escapado ás varias destruições porque passou Jerusalém nos 3000 anos de sua história que nos separam de Salomão.
Estas descobertas foram feitas em escavações no setor sudoeste do Monte Moriá - atualmente chamado de Monte do Templo - antigo centro administrativo do reino de Israel nos tempos do rei Salomão.

Segundo as informações o portal dava acesso a uma série de habitações contíguas, e a uma torre e ao Templo de Salomão, no qual foi guardada a Arca contendo as tábuas da Lei, dadas por Deus a Moisés, segundo a Bíblia.
O portal se assemelha a outras construções do período do reino judaico, descobertas em toda a região do Oriente Médio, em particular em Israel, na região do Neguev, em Lakhis (centro do país), e em Megido (Galileia). O portal é do tipo clássico, adornado com cerâmica. Ainda outros vestígios foram descobertos, mas não se tinha conseguido escavar todo o conjunto arquitetônico, em perfeito estado de conservação, tão próximo da área do santuário, explicou a arqueóloga israelense ao jornal.

Outros grupos tem combatido a conquista do Monte do Templo e a construção do mesmo. Atualmente, com maior ou menor intensidade, e por diversos motivos, vários problemas se colocam para a continuação das escavações arqueológicas.
Entre estas organizações esta o Wagf - Guardiões dos Bens Muçulmanos -, o ministro israelense das Questões Religiosas, preocupado com a dessacralização de tumbas no Templo dos Profetas, -, a Unesco e outras, são contra os trabalhos no Monte Moriá.

Para encontrar os restos do primeiro Templo seria necessário escavar milhões de metros cúbicos de terra e rochas, com riscos de provocar perigosos desabamentos, e cataclismo político, afirmou Filat Mazar.

Uri Minzer, que foi porta-voz do Ministério das relações Religiosas de Israel, disse que o trabalho em um dos túneis próximo ao lado ocidental da muralha teve que se interrompido. Na ocasião o Wagf fez um protesto afirmando que as escavações estavam provocando tremores no Templo acima.

Líderes muçulmanos diziam que os judeus estavam tentando cavar seu caminho em direção á área sagrada, num esforço para destruir sua estrutura. Algumas correntes judaicas, na época, defendiam que as mesquitas muçulmanas deveriam ser destruídas e em Templo no lugar.

Outros vestígios encontrados pelo grupo de dez arqueólogos que desenvolveram o trabalho permitem esperar por novas descobertas, datando o período dos reis de Judá, quando floresceu a civilização dos hebreus, em Jerusalém.

Nas escavações, foram descobertas, uma lamparina a óleo e doze jarros de cerâmica. Com 1,3 metros de altura e 80 centímetros de diâmetro, estes jarros estavam quase intactos, e estavam imersos nas cinzas do grande incêndio, concluiu a arqueóloga.

Quero fechar este artigo com o comentário do pastor Gabriel de Oliveira Porto sobre o Terceiro Templo:


''NÃO É NECESSÁRIO QUE A MESQUITA SEJA DERRUBADA PARA A RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO DE JERUSALÉM.

O local exato do antigo Templo era na parte norte do monte. Sabemos isso porque ainda existem as ruínas da porta oriental, que era uma entrada direta para o templo. A metade sul onde foi construída a mesquita, era o antigo pátio exterior dos gentios.
O acordo que o Anticristo irá fazer, repartirá o monte do templo, a parte sul onde está a mesquita ficará em poder do árabes e a parte norte onde será reconstruído o templo, ficará com os judeus.
Sendo assim, não é necessário que a mesquita seja removida e o Templo pode ser reconstruído a qualquer momento! Basta que seja assinado um acordo para isso.

"Deram-me um caniço semelhante a uma vara de medir, e me disseram: “Vá e meça o templo de Deus e o altar, e conte os adoradores que lá estiverem. Exclua, porém, o pátio exterior; não o meça, pois ele foi dado aos gentios." (Apocalipse 11.1-2).''

FONTE: ESCATOLOGIA, A DOUTRINA DAS ÚLTIMAS COISAS.
AUTOR: SEVERINO PEDRO DA SILVA.

EDITORA: CPAD.



Extraído do blog: Aperfeiçoando os Santos

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